StartUps, o que são?

 – Saiba mais sobre as empresas StartUps

Mas afinal, o que é uma startup?

Primeiramente compete-nos analisar o contexto em que surgem as denominadas “Startups” e como se desenvolveram no mercado.

“O termo “Startup” tem origem na língua inglesa e, de acordo com o American Heritage Dictionary, pode ser traduzido como “o ato ou processo de colocar em operação ou movimento” ou ainda um negócio ou empresa que começou recentemente a operação”.

Não há um consenso sobre a definição do conceito de “startup”, no entanto, alguns autores preferem limita-lo a um negócio que opere sob condições de extrema incerteza e possuam um produto repetível e escalável, ou seja, um produto/serviço inovador e que possa crescer em alta velocidade.

Elementos Comuns

Nota-se que as Startups ganharam notoriedade nos anos 90 e início do século XXI beneficiando-se do desenvolvimento tecnológico e econômico vislumbrado nesta época.

Embora não haja consenso sobre sua definição, Bruno Feigelson estabeleceu elementos comuns a esse tipo de empresa:

1. Encontra-se em estágio inicial e carecem de procedimentos internos
2. Possuem perfil inovador
3. Significativo controle de gastos e custos
4. Operacionalizadas por meio de um MVP (Minimum Viable Product)
5. O produto ou ideia explorado é escalável
6. Apresentam necessidade de capital de terceiros para operação inicial
7. Utilizam tecnologia em seu modelo de negócios

Não há um consenso sobre a definição do conceito de “startup”, no entanto, alguns autores preferem limita-lo a um negócio que opere sob condições de extrema incerteza e possuam um produto repetível e escalável, ou seja, um produto/serviço inovador e que possa crescer em alta velocidade.

Diferenças entre StartUps e Empresas

A principal característica que diferencia as “startups” de empresas tradicionais é a condição de extrema incerteza, que acaba gerando necessidades jurídicas tão particulares.

“Startups” trazem consigo a ideia de inovação e muitas vezes de algo extremamente novo no mercado, nunca previsto por legislações anteriores e sem plano de negócios pré-existente.

Há mais uma parte importante dessa definição: o contexto no qual a inovação acontece.

A maioria das empresas – grandes e pequenas – estão excluídas desses contextos. As startups são projetadas para enfrentar situações de extrema incerteza.

Abrir uma nova empresa, que seja um clone exato de um negócio existente, copiando modelo de negócios, precificação, cliente-alvo e produto, pode até ser um investimento econômico atraente, mas não é uma startup, pois seu sucesso depende somente da execução – tanto que esse sucesso pode ser modelado com grande exatidão.

StartUps e seus objetivos

A maioria das ferramentas da administração geral não são projetadas para florescer no solo adverso da extrema incerteza, no qual as startups vicejam.

O futuro é imprevisível, os clientes testemunham um conjunto crescente de alternativas, e o ritmo da mudança está sempre aumentando.

No entanto, a maioria das startups – tanto em garagens quanto em empresas – ainda é administrada por meio de prognósticos padrão, marcos de produtos e planos de negócios detalhado. (Erick Ries, 2011).

Desta forma, nota-se que “startup” não é um tipo societário e sim uma fase que determinada empresa, com características peculiares, atravessa até a almejada venda para um grupo já consolidado ou a abertura de seu capital na bolsa de valores por meio de IPO- INITIAL PUBLIC OFFERING.

A maioria das ferramentas da administração geral não são projetadas para florescer no solo adverso da extrema incerteza, no qual as startups vicejam.

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